Com que nome deseja intitular?
Comics, mangás, gibis, história em quadrinhos ou, simplesmente, HQs. Não importa. O que sabemos é que trata-se de uma arte marginalizada por décadas e que toma lugar de proeminência na Feira de Livros e Quadrinhos de Natal – a FLIQ.
Já na sua 5ª edição, desta feita acontecendo na Cidade da Criança, fomos à abertura do evento para prestigiar a mesa-redonda: “Literatura e Quadrinhos” com a participação da professora Claudia Santa Rosa, coordenadora do IDE, nosso parceiro. Como é missão da organização fazer controle social, Claudia nos denunciou a reforma interminável da Biblioteca Pública Câmara Cascudo e a passividade da população potiguar frente a tal situação e criticou a didatização da leitura, tão comum em nossas escolas, elogiando o poder que há em uma biblioteca bem conduzida. Presente, também, na mesa, a professora Rosângela de Melo, e a roteirista, letrista e diagramadora de histórias em quadrinhos, Milena Azevedo, que parabenizou o leitor dos quadrinhos como um privilegiado, porque tem o texto e a leitura semiótica.
Com uma leitura tanto do visual quanto do escrito, é óbvio que os quadrinhos entram no que caracterizamos por arte, e muito útil por sinal já que, para muitas das nossas crianças, são o primeiro tipo de texto que elas tem contato. Parabéns a todos os organizadores da FLIQ!

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